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Hiram Castelo Branco

O publicitário participou da última mesa redonda sobre Empreendedorismo e Desenvolvimento do Estado de São Paulo

 

 

  Luciano Almeida

O presidente do Investe SP falou sobre os novos investimentos em empresas de TI no interior de São Paulo

 


 
 

  MUNICÍPIOS COMANDAM INVESTIMENTOS


Os municípios do interior do Estado de São Paulo tem crescido muito em termos de investimento e tecnologia da informação. A iniciativa partiu de Luciano Almeida, do Investe SP, que criou linhas de investimentos para empresas de base tecnológica para se instalar no interior do Estado, que consequentemente, poderão atrais novos investidores para os municípios e que possam contribuir para o o crescimento tecnológico do país sob a forma de novas tecnologias e aplicativos.Esse incentivo atraiu também empresários brasileiros que possuem empresas no exterior, como é o caso de João Lima, da Coffee Bean.

 

UNIVERSIDADES E BANCOS

  AJUDAM EMPREENDEDORES

João Lima fundou em 1992 nos Estados Unidos uma empresa chamada Ciclades, no Vale do Silício, na Califórnia. Em 2006 o empreendimento foi vendido e ele fundou a Coffee Bean que é sediada nos Estados Unidos e em Campinas. A empresa conta com as ajudas da Unicamp e da Secretaria de Indústria e Cultura.


O presidente da Nossa Caixa, Milton Luiz dos Santos disse na reuniião que inaugurou em Campinas um posto avançado em parceria com o Sebrae. O objetivo é resolver dúvidas de clientes que queiram iniciar ou melhorar o negócio. Apesar da crise econômica no exterior, ele acredita que o Estado de São Paulo está vivendo um momento econômico positivo.

 

      PARA O PAÍS CRESCER

EXPORTAR É FUNDAMENTAL

Para Sérgio Pessoa, da Brasscom, o Governo precisa inventivar mais as importações de Tecnolofgia da Informação. O Brasil é o oitavo colocado do mundo em tecnologia de TI investindo 85 bilhões de dólares na tecnologia, mas desse valor, apenas 2,4 bilhões são exportados. Para ele o mercado brasileiro ainda é muito interno, para que o país cresça, é preciso que invista mais no mercado global, pois hoje em dia isso é fundamental.


 

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FIRJAN E FIESP: MEDIDAS CONCRETAS PARA COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA


As duas entidades responsáveis pelas indústrias dos Estados do Rio de Janeiro e de São Paulo anunciaram um programa para ajudar na competitividade do setor industrial.O programa consiste na realização de novos leilões no setor de energia elétrica; o funcionamento dos órgãos de desembaraço nos portos por 24 horas; e o estabelecimento de um pacote mínimo de internet banda larga para empresas a preços competitivos no Plano Nacional de Banda Larga. As duas federações propõem rever o custo da energia. Para o setor de logística, elas desenvolveram também um plano que prevê ampliação para 24 horas do horário de funcionamento dos órgãos intervenientes , redução do número de documentos exigidos dos embarcadores e revogação da regra que impede que os portuários privativos prestem serviços a terceiros. Para o segmento de banda larga, a Fiesp encampou a proposta da Firjan de incluir no Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) o Pacote Empresarial Essencial, com um mínimo de serviços para atender ao setor corporativo, ofertando banda larga com velocidade de tráfego de dados para download de 15 Mbps a preços competitivos internacionalmente e com isenção de ICMS.

 


Hélio Graciosa

O presidente da CPqD fala sobre a fase econômica atual do Brasil e dos investimentos para a formação de novos empreendimentos de base tecnológica.

Roberto Mayer

O vice-presidente da MBI analisa as vantagens da cloud computing nas tecnologias dos bancos brasileiros para a interação e também nos novos negócios.

Gabriel Marão

O colunista do Banco Hoje foi o mediador da mesa redonda sobre a cloud computing. Foram discutidas vantagens e desvantagens da nova tecnologia no setor empresarial.

 


Eduardo Diniz

O superintendente do SENAC Rio avaliou o surgimento dos novos polos industriais no interior do Estado do Rio de Janeiro, especialmente em Itaboraí e São João da Barra, na mesa entre FIRJAN e FIESP.

Os projetos estratégicos

da Bolsa

Ao anunciar os resultados da BM&FBOVESPA S/A no 3º semestre de 2011, a Bolsa revelou aos seus acionistas e investidores uma série de projetos que visam o desenvolvimento do mercado, além de colocar em práitca iniciativas para fortalecer sua posição competitiva em relação aos seus pares no ,mercado internacional.

 

Os projetos estratégicos envolvem iniciativas de crescimento e fortalecimento do modelo de negócios, investimento em tecnologias, novas plataformas de negócios, integração das Clearings, políticas de mercado e conquistas de mercados que analisaremos a segiuir.

 

Tencologia- Desenvolvimento da nova plataforma de negociação multi-ativos (PUMA Trading System), que substitui o Global Trading System (GTS), Mega Bolsa, Bovespa Fix e Sisbex, integrando-os em um único sistema com maior capacidade de processamento, latência extremamente baixa e novas funções. Será um processo de migração gradual.

 

A primeira etapa do projeto (negociação de derivativos e câmbio pronto no segmento BM&F), desenvolvido em parceria com o CMF Group, foi concluída e já se encontra em operação. Os módulos para negociação de ações e ativos de renda fixa "Bovespa FIX", que negocia títulos privados de renda fixa; e do Sisbex, a plataforma dos títulos públicos deverão ser implantados ao longo de 2012.

 

Integração das Clearings: Foi assinado um contrato exclusivo com a empresa de tecnologia sueca Cinnober, para licenciamento perpétuo do Tradexpress Real Time Clearing, sistema de última geração multimercado, flexível e com capacidade de processamento de informações e de cálculo de risco em tempo real.

 

Ele será uma importante ferramenta para acelerar e aperfeiçoar o projeto de integração das quatro clearings da Bolsa- renda rentável, derivativos, câmbios e ativos, e tem como destaque o CORE (Closeout Rezek Evaluation), sistema que compensará o risco entre diferentes classes de ativos e contratos, propiciando aos unuários maior  maior eficiência na alocação de capital; estimulando-se a economia de 25% a 40% do total de recursos recolhidos como margem.

 

"Este é o projeeto de clearing mais completo do mundo até esta data"- disse Nils-Robert Persson, presidente-executivo da Cinnober, que tem como clientes a Chicago Board Options Exchange, Deutsche Börse, Eurex e NYSE Liffe.

 

O desenvolvimento do projeto relacionado à integração e modernização das clearings BM&FBOVESPA prosseguirá durante o ano de 2012. Os testes integrados com o mercado e a implantação dos novos sistemas em produção estão previstos para ocorrer em 2013.

 

Política de Tarifação- visando ao aperfeiçoamento e fortalecimento da posição competitiva, fim dos subsídios cruzados e alinhamento internacional, a BM&FBOVESPA implementou nova política de tarifação, desenhada para eliminar os subsídios cruzados existente entre as tarifas cobradas nas atividades de negociação e pós-negociação  e adequar os preços cobrados por esses serviços às suas respectivas estruturas de custos. Eles passaram a representar, em média 30% do preço total no Segmento Bovespa e 40% no Segmento BM&F. As mudanças asseguram a neutralidade do preço total para o investidor final e participantes de mercado em relação à estrutura de preços vigente até a implementação da nova política de tarifação.

 

Mercado de Balcão- Para implantar uma das mais completas plataformas do mundo para operações de balcão, foi assinado acordo com a Calypso Technology Inc, para licenciamento de plataforma para registro e gerenciamento de operações de balcão (OTC). O sistema Calypso é um dos mais flexíveis e completos do mundo para registro, gerenciamento de ciclo de vida destes produtos, precificação e avaliação de risco, oferecendo qualidade e agilidade aos clientes, bem como ferramentas completas para análise para atividades de autorregulação e regulação. Está prevista para 2012 a implantação do módulo 1 da plataforma , que contempla o registro de contrato de bancos tendo seus clientes não-financeiros como contraparte, e para 2013 o módulo 2 com o registro de contratos das demais contra-partes. 

 

Supervisão de mercados- A Bolsa, o Mercado Nasdaq OMX, e a BSM- BM&FBOVESPA Supervisão de Mercados anunciaram a utilização da nova plataforma de supervisão de mercado, Smarts Interity, desenvolvida pela Nasdaq OMX, para monitorar as operações de mercado de ações e commodities. Ela proporcionará à BM&FBOVESPA e à BSM solução automatizada para as funções de supervisão de mercado , operações e fiscalização , reforçando seus recursos atuais. A plataforma já pçrocessa os volumes negociados nos maiores mercados mundiais e será  fundamental para os futuros planos de crescimento da Bolsa, pois poderá fornecer mais ferramentas das atividades autorreguladoras.

 

Integração de mercados emergentes- Numa iniciativa que reúne a BM&FBOVESPA, a MICEX russa, National Stock Exchenge Of India (NSE), BSE (ex-Bombay Stock Exchange), Hong Kong Exchange e Johannesburg Stock Exchange, da África do Sul, foi anunciada oficialmente uma iniciativa conjunta de Bolsas de Valores dos países BRICs (Brasil, Rússia, India, China e África do Sul) para oferecer a listagem cruzada de Derivativos de índices de ações negociadas nas moedas locais destas Bolsas, além de incluir discussões sobre o desenvolvimento de outros produtos.

 

Em resumo, isso tudo mostra o foco em proiridades estratégicas que fortalecem o mercado de intermediação.

 

Ney Castro Alves é presidente da Fenadistri, vice-presidente da Ancord, vice-presidente do Conselho de Representantes do CONSIF, Membro do Conselho do CNF e Conselheiro Certificado do IBGC.


 

 

 


 

 


 

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